Artigos com o marcador RIA
App demo que será desenvolvida neste sábado (17/07) no #minizend
14/07/10
Neste sábado (17/07) será a terceira vez que ministrarei o Mini curso On-line de Flex e Zend Framework (#minizend).
Então apresento no vídeo abaixo a aplicação demo que será desenvolvida. Além dela será criado um aplicativo AIR para cadastrar pedidos de vendas.
Pretendo também mostrar um pouco sobre Mate Framework no lado do Flex, deixando o projeto mais organizado.
Para quem não se matriculou ainda, não se preocupe, pois ainda há tempo!
Acesse www.riacycle.com/zend e garanta sua vaga.
Sou novo membro da comunidade O’Reilly
13/01/10
Olá a todos! Vim aqui informar aos meus caros colegas e amigos que acompanham meu blog e twitter para falar mais sobre esta novidade, que eu mesmo nem esperava.
Como vocês podem ver no nome do post, eu sou o novo membro da comunidade da O’Reilly, mas calma eu não vou escrever nenhum livro até o momento e sim fui convidado para escrever artigos sobre Flex 4 e PHP no InsideRIA.com. Isso para mim foi sensacional, pois é meu primeiro contato profissional fora do Brasil.
Agora poderia explicar em uma simples palavra como eu consegui isso. Rapidamente diria: Twitter!
Mas explicando detalhadamente, poderia dizer que tudo isso não teria acontecido se eu não tivesse tomado iniciativa. Isso mesmo INICIATIVA!
Tudo começou com um simples tweet do @richtretola, oferecendo na rede uma oportunidade para escrever artigos sobre Flex e PHP no @insideria. Obviamente logo que li eu não dei muita atenção, pois minha mente pensou: é um contato externo, não sei falar inglês e ele não é tão bom; apesar de ler muitos artigos e livros em inglês sem muita dificuldade, sem falar na variedade de desenvolvedores Flex e PHP excelentes que tem por aí.
Passou 1 dia e pensei bem, voltei ao tweet que dizia sobre a oportunidade e resolvi mandar o e-mail para o Rich, falando pouco sobre mim e minhas dificuldades no inglês. Passou-se algumas horas e estava lá! Não é que ele respondeu o e-mail tranquilamente e já começamos a falar sobre quais artigos que se encaixariam no InsideRIA e tudo mais.
Depois dessa eu tirei uma lição: Não tenha medo do que você não conhece! Arrisque! Tente! E não desista!
Podia não dar certo o que eu fiz, mas pelo menos não iria me desanimar, teria ficado feliz por ter tentando.
Bom pessoal espero ter passado um pouco da minha lição para vocês e em breve meus artigos estarão no InsideRIA.com e claro, que postarei o post traduzido aqui.
Ah! Podem visitar meu perfil da comunidade O’Reilly aqui: http://www.oreillynet.com/pub/au/4444
Grande abraço a todos e até a próxima!
Mini curso on-line Adobe AIR 2.0 Essencial
12/01/10
Olá pessoal, para aqueles que trabalham com o Adobe Flex e deseja criar aplicações ricas para o Desktop, não pode perder o mini-curso on-line de Adobe AIR 2.0 ministrado pelo Igor Costa.
Eu já matriculei nele, quero ver de perto as novidades do Adobe AIR 2.0 e com certeza quero garantir desde cedo minha vaga.
Para maiores informações, entre no site:
http://www.igorcosta.com/air/
Quem quiser ajudar a divulgar pelo twitter, não esqueçam de colocar a hashtag #miniair.
Compreendendo a Arquitetura de uma Rich Internet Application
14/06/09
Se você está usando Flex, Ajax, Silverlight, JavaFx, ou outras tecnologias de RIA, a arquitetura básica vai ser muito semelhante… Na maioria dos casos você normalmente terá uma aplicação cliente osiosa e uma camada de serviços distintos no backend. É importante entender essa diferenciação e para compreender que este desempenha um papel importantíssimo na forma como você projeta e constroi suas aplicações.
RIA se presta mais ao desenvolvimento de cliente-servidor, do que o tradicional desenvolvimento web onde o estado é mantido no servidor em uma aplicação ou sessão. O cliente deste modo sabe de si mesmo, e tipos de dados que está solicitando. Será solicitado apenas os dados que precisa do servidor e nada mais. Isto leva frequentemente a uma camada de serviços mais limpa e menos complicado a requisição do servidor, ainda, em alguns casos, uma redução global de carga no servidor.

É também importante compreender a sub-arquiteturas dentro da arquitetura global da aplicação. Na imagem acima, você tem a comunicação do cliente com o servidor através de camada de serviços. Se você estiver usando AMF, XML sobre HTTP, JSON, ou SOAP, não faz nenhuma diferença neste assunto. Há prós e contras de cada uma dessas citadas e que pode ser discutido no futuro, mas agora estou focado na própria arquitetura. Cada componente da arquitetura, tem uma maior dimensão da sua própria arquitetura. Você pode ouvir pessoas discutindo o uso do MVC em suas aplicações, mas a interpletação do MVC depende de quem está fazendo e essa pessoa explicar de que forma está usando o padrão.
Model-View-Controller (MVC) é um padrão de arquitetura de software onde uma aplicação é quebrada dentro de camadas separadas para um modelo de dados, a interface do usuário (visão), e a lógica do negócio. A lógica, modelo e visões são desacopladas, e comunicam através de um controlador intermediario. Esse padrão permite completamente ambas abstração da lógica e reuso do código/componentes da aplicação. Você pode ler mais sobre MVC aqui.
Num desenvolvimento web tradicional, houve basicamente um MVC singular. Onde as páginas solicitadas fosse manipuladas por um controlador, qual delega como uma página é processada e como os dados são inseridos dentro da visão (ou como dados são recuperados dentro do modelo).
No mundo da RIA, você realmente tem duas camadas de MVC. Existe um MVC dentro da própria aplicação cliente, e um MVC no backend também. Nem todas as aplicações utiliza um MVC formal ou um super framework para manipular o cliente e serviços, mas cada lado tem pelo menos um tipo de funcionalidade do MVC.
O MVC no cliente gerencia a interação entre o usuário e sua interface. Você invoca comandos, atualizações das visões, carrega os dados e etc… O MVC cliente mantém o estado da aplicação, manipula todas as requisições de dados do servidor e controla como os dados são apresentados na visão.
O MVC no servidor manipula as requisições através do cliente. A camada de serviços do MVC, processa as requisições de uma aplicação cliente e delega ações para o servidor. Isto pode significar o salvamento dos dados em um banco de dados, atualizando o sistema de arquivos, algum tipo de tratamento analítico, ou retornando dados para o servidor. A grande diferença aqui é que não existe qualquer interface do usuário. Em vez da interface do usuário, o ponto de vista seria o formato dos dados que está sendo devolvido a aplicação cliente. Neste caso o ponto de vista poderia determinar o formato do resultado (JSON, XML, etc…). Outro benefício de uma camada de serviço diferenciada, é que você já pode ter a infra-estrutura construída para criar uma API pública em cima de suas lógicas de serviços, se você tiver a necessidade (ou vontade) para manter uma.
Não já escolha definitiva da tecnologia para RIA. Você pode fazer muitas coisas legais com muitas tecnologias diferentes. Backends podem ser escritos em Java, ColdFusion, PHP, Rails, .NET, etc… No lado cliente, são estabelecidos frameworks MVC para Flex/Actionscript e Ajax, alguns emergentes, para o Silverlight, e adaptando para frameworks Java para JavaFX. A determinação de ambos, back-end e front-end, deve ser determinada pelas necessidades e capacidades de sua aplicação e também de sua infra-estrutura existente.
Post original de Andrew Trice. Veja aqui.